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Um grupo de cientistas da Duke University, da West Chester University e da Academia Naval Americana descobriu, ao testar maquetes em um túnel aquático, como são similares as asas criadas por homens e as nadadeiras de mamíferos marinhos.
"O objetivo é, acima de tudo, entender melhor como o animal se movimenta e faz manobras", afirma Laurens Howle, professor de engenharia mecânica e engenharia de materiais da Duke University e co-autor do estudo apresentado na publicação The Journal of Experimental Biology.
Juntamente com seus colegas, Howles queria saber quanta energia alguns golfinhos, baleias e botos usam para vencer a água em seu caminho - uma pergunta que combina biologia e engenharia.
Todas as sete espécies estudadas apresentaram nadadeiras relativamente imóveis que permanecem estendidas como as asas de um avião. Dois formatos gerais foram identificados, diferenciando suas capacidades de promover sustentação e superar resistências. As nadadeiras quase triangulares do golfinho-nariz-de-garrafa são as mais eficientes em termos de hidrodinâmica. Esse formato permite que o golfinho "produza maior sustentação lidando com menor quantidade de resistência".
Por Carla Layane
Com informações UOL